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Liturgia diária

Quarta-feira da 25ª semana do Tempo Comum

Quarta-Feira, 25 De Setembro Cor litúrgica: Verde

30,5-9.

5 Toda a palavra de Deus é comprovada, é um escudo para quem nele se refugia.
6 Não acrescentes nada às suas palavras, porque Ele te repreenderia e passarias por mentiroso.
7 Duas coisas Vos peço, Senhor, não mas negueis antes de eu morrer:
8 afastai de mim a fraude e a mentira; não me deis pobreza nem riqueza, concedei-me apenas o alimento necessário.
9 Porque na abundância eu poderia renegar-Vos, dizendo: «Afinal, quem é o Senhor?», e na miséria poderia roubar e assim profanar o nome do meu Deus.

119(118),29.72.89.101.104.163.

R/ A vossa palavra, Senhor, é luz dos meus caminhos.

29 Afastai-me do caminho da mentira
e dai-me a graça de cumprir a vossa lei.
72 Para mim vale mais a lei da vossa boca
do que milhões em prata e ouro.

89 A vossa palavra permanece eternamente,
imutável como os céus.
101 Desviei os meus pés de todo o mau caminho,
a fim de guardar a vossa palavra.

104 Com os vossos preceitos me tornei prudente,
por isso detesto todo o caminho da mentira.
163 Odeio e abomino a mentira,
porque estou afeiçoado à vossa lei.

9,1-6.

1 Naquele tempo, Jesus chamou os doze apóstolos e deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demónios e para curarem todas as doenças.
2 Depois enviou-os a proclamar o Reino de Deus e a curar os enfermos.
3 E disse-lhes: «Não leveis nada para o caminho: nem cajado, nem alforge, nem pão, nem dinheiro, e não leveis duas túnicas.
4 Quando entrardes em alguma casa, ficai nela até partirdes dali.
5 Se alguns não vos receberem, ao sair dessa cidade, sacudi o pó dos vossos pés, como testemunho contra eles».
6 Os apóstolos partiram e foram de terra em terra a anunciar a boa nova e a realizar curas por toda a parte.

Comentário ao Evangelho

«Enviou-os a proclamar o reino de Deus»

A Igreja, enviada por Deus a todas as gentes para ser «sacramento universal de salvação» (Lumen Gentium, § 48), por íntima exigência da própria catolicidade, obedecendo a um mandato do seu Fundador (cf Mc 16,15), procura incansavelmente anunciar o Evangelho a todos os homens. Já os próprios apóstolos em que a Igreja se alicerça, seguindo o exemplo de Cristo, «pregaram a palavra da verdade e geraram as igrejas» (Santo Agostinho). Aos seus sucessores compete perpetuar esta obra, para que «a palavra de Deus se propague rapidamente e Ele seja glorificado» (2Tess 3,1), e o Reino de Deus seja pregado e estabelecido em toda a terra.

No estado atual das coisas, de que surgem novas condições para a humanidade, a Igreja, que é sal da terra e luz do mundo (cf Mt 5,13-14), é com mais urgência chamada a salvar e a renovar toda a criatura, para que tudo seja instaurado em Cristo e nele os homens constituam uma só família e um só Povo de Deus.

Concílio Vaticano II Decreto «Ad gentes», sobre a atividade missionária da Igreja, § 1

Santo do Dia