Liturgia diária
Terça-feira da 21ª semana do Tempo Comum
2,1-3a.14-17.
1 Nós vos pedimos, irmãos, a propósito da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo e do nosso encontro com Ele:
2 Não vos deixeis abalar facilmente nem alarmar por qualquer manifestação profética, por palavras ou por cartas, que se digam vir de nós, pretendendo que o dia do Senhor está iminente.
3 Ninguém vos engane de qualquer modo que seja.
14 Deus chamou-vos, por meio do Evangelho, para possuirdes a glória de Nosso Senhor Jesus Cristo.
15 Portanto, irmãos, permanecei firmes e guardai firmemente as tradições que vos ensinámos, oralmente ou por carta.
16 Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus, nosso Pai, que nos amou e nos deu, pela sua graça, a eterna consolação e a feliz esperança,
17 confortem os vossos corações e os tornem firmes em toda a espécie de boas obras e palavras.
96(95),10.11-12a.12b-13.
R/ O Senhor vem julgar a terra.
10 Dizei entre as nações:
«O Senhor é Rei».
Sustenta o mundo e ele não vacila,
governa os povos com equidade.
11 Alegrem-se os céus, exulte a Terra,
ressoe o mar e tudo o que ele contém,
12 exultem os campos e quanto neles existe,
12 alegrem-se as árvores das florestas.
13 Diante do Senhor que vem,
que vem para julgar a Terra.
Julgará o mundo com justiça
e os povos com fidelidade.
23,23-26.
23 Naquele tempo, disse Jesus: «Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque pagais o dízimo da hortelã, do funcho e do cominho, mas omitis as coisas mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Devíeis praticar estas coisas, sem omitir as outras.
24 Guias cegos! Coais o mosquito e engolis o camelo.
25 Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque limpais o exterior do copo e do prato, que por dentro estão cheios de rapina e intemperança.
26 Fariseu cego! Limpa primeiro o interior do copo e do prato, para que também o exterior fique limpo».
Comentário ao Evangelho
«Limpa primeiro o interior do copo»
Partamos para a guerra como Josué; tomemos de assalto a cidade mais importante deste mundo, a malícia, e destruamos as muralhas orgulhosas do pecado. Olhando ao teu redor, vês o caminho que é preciso seguir, que campo de batalha precisas de escolher? As minhas palavras vão surpreender-te; no entanto, são verdadeiras: limita a tua procura a ti mesmo. Em ti está o combate a que deves entregar-te; dentro de ti está o edifício de malícia que é preciso destruir; o teu inimigo vem do fundo do teu coração.
Não sou eu que o digo, mas Cristo; escuta-O: «Do coração procedem as más intenções, os assassínios, os adultérios, as prostituições, os roubos, os falsos testemunhos e as blasfémias» (Mt 15,19). Conheces o poder deste exército inimigo que avança contra ti do fundo do teu coração? Ei-los, os inimigos que tens de massacrar no primeiro combate, de arrasar na primeira linha. Se formos capazes de derrubar as suas muralhas e de os destruir a ponto de não restar um só, de nenhum ficar com vida (cf Jos 11,14), nem um só que possa recuperar o fôlego e reaparecer nos nossos pensamentos, então Jesus dar-nos-á o grande descanso.
Santo do Dia
Continuar a celebrar
Também pode interessar
Encontre outros conteúdos relacionados com a liturgia e a vida sacramental da comunidade.