Saltar para o conteúdo principal

Liturgia diária

Sábado da 2ª semana da Páscoa

Sábado, 17 De Abril Cor litúrgica: Branco

6,1-7.

1 Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, os helenistas começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das suas viúvas.
2 Então os Doze convocaram a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém que deixemos de pregar a palavra de Deus para servirmos às mesas.
3 Escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, para lhes confiarmos esse cargo.
4 Quanto a nós, vamos dedicar-nos totalmente à oração e ao ministério da palavra».
5 A proposta agradou a toda a assembleia; e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia.
6 Apresentaram-nos aos apóstolos, e estes oraram e impuseram as mãos sobre eles.
7 A palavra de Deus ia-se divulgando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava consideravelmente em Jerusalém, e obedecia à fé também grande número de sacerdotes.

33(32),1-2.4-5.18-19.

R/ Esperamos, Senhor, na vossa misericórdia.

1 Justos, aclamai o Senhor,
os corações retos devem louvá-lo.
2 Louvai o Senhor com a cítara,
cantai-Lhe salmos ao som da harpa.

4 A palavra do Senhor é reta,
da fidelidade nascem as suas obras.
5 Ele ama a justiça e a retidão:
a terra está cheia da bondade do Senhor.

18 Os olhos do Senhor estão voltados para os que O temem,
para os que esperam na sua bondade,
19 para libertar da morte as suas almas
e os alimentar no tempo da fome.

6,16-21.

16 Ao cair da tarde, os discípulos de Jesus desceram até junto do mar,
17 subiram para um barco e seguiram para a outra margem, em direção a Cafarnaum. Já fazia escuro e Jesus ainda não tinha ido ter com eles.
18 Como o vento soprava forte, o mar ia-se encrespando.
19 Tendo eles remado duas e meia a três milhas, viram Jesus aproximar-Se do barco, caminhando sobre o mar e tiveram medo.
20 Mas Jesus disse-lhes: «Sou Eu. Não temais».
21 Quiseram então recebê-lo no barco, mas logo o barco chegou à terra para onde se dirigiam.

Comentário ao Evangelho

«Logo o barco chegou à terra para onde se dirigiam»

Quando eclode a tempestade,
Tu és, Senhor, a nossa força.
Nós Te louvaremos, Deus forte,
nosso constante socorro.
Contigo aguentamos firmes,
em Ti pondo a nossa confiança,
Ainda que a Terra seja abalada,
e o mar se encapele.

Ainda que as ondas se enrolem e desenrolem,
ainda que as montanhas vacilem,
a alegria há de iluminar-nos,
a cidade de Deus dá-Te graças.
Tens nela a tua morada,
e preservas a sua santa paz.
Um rio poderoso protege
a sublime morada de Deus.

Sublevam-se em loucura as multidões,
colapsa o poder dos Estados.
Eis que Ele levanta a voz,
a Terra brame, sacudida.
Mas o Senhor está connosco,
o Senhor, o Deus Sabaoth.
Tu és para nós luz e salvação,
contigo, jamais experimentaremos o medo.

Vinde todos, vinde contemplar
os prodígios do seu poder:
todas as guerras se extinguem,
a corda do arco desentesa.
Lançai para o braseiro de fogo
escudo e arma de guerra.
O Senhor, o Deus Sabaoth,
socorre-nos na tribulação.

Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein) (1891-1942) carmelita, mártir, co-padroeira da Europa Poesia «Salmo 45», 28/04/1936; paráfrase do salmo 45/46

Santo do Dia