Saltar para o conteúdo principal

Liturgia diária

Sábado da 22ª semana do Tempo Comum

Sábado, 7 De Setembro Cor litúrgica: Verde

Colossenses 1,21-23.

21 Irmãos: Outrora éreis estranhos a Deus e na vossa mente seus inimigos pelas vossas más ações.
22 Mas agora Deus reconciliou-vos consigo pela morte de Cristo no seu corpo de carne, para vos apresentar diante dele santos, puros e irrepreensíveis.
23 Portanto, permanecei firmemente consolidados na fé e inabaláveis na esperança prometida pelo Evangelho que ouvistes e que foi anunciado a toda a criatura que há debaixo do céu. Eu, Paulo, fui constituído ministro deste Evangelho.

54(53),3-4.6.8.

R/ Deus vem em meu auxílio.

3 Senhor, salvai-me pelo vosso nome,
pelo vosso poder fazei-me justiça.
4 Senhor, ouvi a minha oração,
atendei às palavras da minha boca.

6 Deus vem em meu auxílio,
o Senhor sustenta a minha vida.
8 De bom grado oferecerei sacrifícios,
cantarei a glória do vosso nome, Senhor.

Lucas 6,1-5.

1 Passava Jesus através das searas num dia de sábado e os discípulos apanhavam e comiam as espigas, debulhando-as com as mãos.
2 Alguns fariseus disseram: «Porque fazeis o que não é permitido ao sábado?».
3 Respondeu-lhes Jesus: «Não lestes o que fez David, quando ele e os seus companheiros sentiram fome?
4 Entrou na casa de Deus, tomou e comeu os pães da proposição, que só aos sacerdotes era permitido comer, e também os deu aos companheiros».
5 E acrescentou: «O Filho do homem é Senhor do sábado».

Comentário ao Evangelho

«O Filho do Homem é senhor do sábado.»

A Santa Madre Igreja considera seu dever celebrar, em determinados dias do ano, a memória sagrada da obra de salvação de seu divino Esposo. Em cada semana, no dia a que chamou domingo, celebra a da Ressurreição do Senhor, como a celebra também uma vez por ano na Páscoa, a maior das solenidades, unida à memória da sua Paixão. […]

Com esta recordação dos mistérios da Redenção, a Igreja oferece aos fiéis as riquezas das obras e dos merecimentos do seu Senhor, a ponto de os tornar como que presentes a todo o tempo, para que os fiéis, em contacto com eles, se encham de graça. […]

Por tradição apostólica, que nasceu do próprio dia da Ressurreição de Cristo, a Igreja celebra o mistério pascal todos os oito dias, no dia que bem se denomina dia do Senhor ou domingo. Neste dia, devem os fiéis reunir-se para participar na Eucaristia e ouvir a palavra de Deus, e assim recordar a Paixão, Ressurreição e glória do Senhor Jesus e dar graças a Deus que os «regenerou para uma esperança viva pela Ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos» (1Ped 1,3). O domingo é, pois, o principal dia de festa a propor e inculcar no espírito dos fiéis; seja também o dia da alegria e do repouso.

Concílio Vaticano II Constituição sobre a Sagrada Liturgia «Sacrosanctum Concilium», §§ 102, 106

Santo do Dia